Depois das últimas postagens, admito que ando meio parado. Minha criatividade não tem ajudado muito então já que não tenho o que fazer, nem uqe postar. Resolvi inovar. Vou fazer propagandas.
Vocês tão vendo os blogs do ladinho ali? Todos eles são bons, espero que vocês também deêm uma passada por lá e não fiquem só aqui no meu. Porque meus amigos e parceiros ficariam muito felizes com a visita de vocês lá.
Primeira propaganda feita.
Agora propagando da comunidade do blog. Queria convocar aqueles que gostam do blog, que acompanham mesmo sem comentar a entrar na comunidade. Protótipo de um Jornalista no Orkut
Participem lá, é visivel que o blog, não é nada famoso. Não tem nada de especial, mas pelo fato de eu nem saber mexer em HTML e nem nada. Se eu tivesse alguém que ensinasse, com certeza transformaria esse blog em algo muito acessível e bonito. Mas por enquanto eu me contento com as postagem.
Segunda propaganda feita.
Se vocês descerem um pouco mais, vão ver que eu separo as cinco melhores postagens do mês. Gostaria também que vocês dessem uma olhada e se possível, comentassem. Eu gosto quando vocês comentam faz bem pro meu humor e eu me sinto notado pela sociedade da blogosfera.
Terceira propaganda feita.
Tenho também uma banda, nós não temos nenhum mp3 na internet ainda porque não tivemos tempo pra colocar. Dia 20 de julho vamos fazer um show. Nosso primeiro show, num bar. Temos algumas letras no site do vagalume é só clicar no link que te leva direto pra página das nossas músicas, também temos uma página no Bandas Gaúchas e ainda por cima uma comunidade no orkut, convoco vocês para participar tbm, caso gostem das letras. O nome da banda é NumaNice. Que vem de NumaBoa, caso não entendam.
Quarta propaganda feita.
Espero que comentem. E que participem das minhas propagandas. Gostaram? Eu confesso que achei horrivel não ter criatividade pra postar algo decente. Não deixem de clicar nos links!
Disso era isso e uma boa semana a todos. E não esqueçam, façam propaganda deste humilde blog.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
propagandas
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Refutata et Fugue pt. 3
Lentamente, o Sr. Parker levantou-se e, retirando os óculos, disse:
- Sinto muito, Sr. Gable.
- Kal.
- Não, nada de Kal. Clark Gable, Grace Kelly, ou qualquer que seja seu nome, eu sinto muito, mas o senhor não pode ser o Super Homem!
Frente a isso o Sr. Gable levantou-se, francamente injuriado:
- Com o quê!! E quem o senhor pensa que é, para me tratar desse jeito? Por que o senhor pensa que tem o direito de me dizer quem eu sou ou deixo de ser, hein? Seu charlatão!
- Porque... – começou, rompendo com as mãos a camisa abotoada, revelando o collant azul com um S vermelho no peito, inscrito num diamantóide vermelho de fundo amarelo:
- ... EU sou o Super-Homem!
E saiu voando pela janela.
Oito da manhã. PÉÉÉÉÉÉÉM. Daryl Parker, ainda exausto, desliga o despertador sem que chegasse a acordar completamente. Apenas uns cinco minutos depois é que levanta, ao som de uma sirene. “Psychologist? What the fuck was that all about? ”, pensou, mas já estava atrasado e, enquanto vestia o uniforme, o sonho foi se apagando da memória. Deu pãozinho molhado para Júpiter e, quando já ia saindo, resolveu parar um momento, em frente à janela aberta de seu pequeno apartamento. Observando as pessoas lá embaixo, pensou, “Maybe there is an exit, after all”. Depois de alguns segundos de hesitação, subiu no parapeito. Hesitou um pouco mais e, melancólico,. deixou-se cair.
As janelas dos edifícios sucediam-se rapidamente na queda, todas iguais. Os transeuntes aumentavam de tamanho vertiginosamente. Mas eis que, justamente nessa situação insólita, ele sentiu que, na verdade, adorava o que fazia. Adorava sua vida, e amaldiçoou seu pensamento anterior. Num gesto hábil, ele contraiu o antebraço, formando um “hang loose” com a mão direita, grudando uma teia no alto do prédio vizinho. Arqueou e subiu de novo, seguindo as sirenes. Hora de salvar alguns traseiros.
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FIM, espero que tenham gostado.
sábado, 24 de maio de 2008
Refutata et Fugue pt. 2
Ok, so you wanna play?! Pensou Daryl Parker. Já havia atendido a pacientes desse tipo e, perito em técnicas de entrevista como era, conseguira abafar a estupefação, recompondo-se rapidamente. Era um jogo que ele conhecia bem. Let’s play, motherfucker.
- Mas o Super-Homem voa rápido. Por que o senhor se atrasou tanto?
- Perdi meus poderes. Está vendo o gesso? Caí de um telhado.
- Caiu de um telhado? Hum... diga-me, Sr. Gable, o senhor tem se sentido um pouco... pra baixo, talvez?
- Embaixo, na verdade.
- Deprimido, quero dizer?
- Pelo contrário. Nunca me senti tão ansioso. É por isso que estou aqui!
- Aaahh, é por isso...
Ops, hora de calar-se. O Sr.Parker já estava à beira de deslizar no anti-profissionalismo. Ok, let’s talk some fucking sense here. Levantou-se e lentamente caminhou até a janela.
- Sr. Gable, olhe pela janela, por favor.
- Sim. O que que tem?
- Por acaso o senhor está vendo as Torres Gêmeas?
- Não, não estou.
- Nem eu. Sabe por quê?!
- Não, por quê.
- PORQUE ESTAMOS EM NOVA IORQUE, É POR ISSO!!!
À luz de tal argumento, Clark Gable pareceu bastante confuso. Pouco depois, Daryl Parker juntou-se a ele, e os dois ficaram a olhar para o lado com expressão de espanto.
- Quero dizer, já passamos de 2001. O Super-Homem deveria ter uns 70 anos. No entanto, olhe para você!
- Na verdade, faço 103 semana que vem. Obviamente, eu não envelheço como vocês, humanos.
- De qualquer forma, o Super-Homem é de Metrópolis.
- Não, sou de Krypton. E sou um homem do mundo. Acontece apenas que eu perdi meus poderes em Nova Iorque.
“Sure, and ‘I Left My Heart In San Francisco’”, pensou Daryl Parker, maldosamente.
- Com perdão, Sr. Gable, mas…
- Pode me chamar de Kal.
- Ok, Kal. E como foi que perdeu seus poderes?
- Desconfio que haja uma conspiração para encherem o planeta de kryptonita. E já tenho alguns suspeitos.
Passados mais alguns minutos de conversa à mesa, a postura do Dr. Parker havia mudado, pois ele começava a acreditar que o pobre homem realmente pensava ser o Super-Homem, ao invés de meramente fantasiar para chamar atenção.
- Ok, Kal, mas acontece que o Super-Homem é um personagem de quadrinhos, criado por...
- Jerry Siegel e Joe Shuster, em 1932. Eu sei bem disso. Acaso me toma por um maluco?
- Não, Kal, de forma alguma. Mas como você explica essa “coincidência”?
- Não é coincidência. Eles eram meus amigos íntimos, os únicos que conheciam minha verdadeira identidade, além de minha tia May. Eram pessoas riquíssimas, donos de um belo pedaço de terra em Las Vegas e, não obstante, humildes e de bom coração. Mas eis que um tal Sr. Richard Alexander Luthor, empreiteiro ambicioso, desenvolveu um coquetel homeopático que mesmerizou-lhes, obrigando-os a doar suas terras a ele que, em seguida, apagou suas memórias! Posteriormente, porém, passaram a escrever histórias que, inconscientemente, representavam de forma simbólica, mais ou menos fidedigna, o que se passava de fato!
- Entendo. Mas, diga-me, como ninguém nunca viu nem ouviu falar de um “verdadeiro” Super-Homem?
- Sou discreto.
- Não me parece muito discreto revelar-me sua identidade!
- Ei, e quanto ao sigilo profissional? Por que você acha que o Batman e a Mulher-Maravilha se casaram com seus terapeutas? Aliás... fiquei um pouco desapontado quando cheguei. Eu pensei que o senhor fosse uma mulher e...
Justo no momento em que a conversa estava ficando especialmente bizarra, pôde-se ouvir o som crescente de uma sirene. Bombeiros. Fogo. O Sr. Gable calou-se e fechou o semblante.
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Continua no próximo episódio

